15/03/2010- Mário V. Guimarães - Ginecologista e Obstetra, em Recife - Pernambuco.
Josefa Águeda, uma heroína de Tejucupapo
22/01/2010- Mário V. Guimarães - Ginecologista e Obstetra, em Recife - Pernambuco.
Tejucupapo, conhecido distrito de Goiana, situado na rodovia que nos leva ao balneário de Ponta de Pedras, já tem o seu lugar honrado e garantido na história de Pernambuco e do Brasil, graças ao heróico comportamento dos seus habitantes. Notoriamente de suas mulheres, lideradas por Maria Quitéria, Maria Ana, Maria Camarão e Joaquina, no ano de 1646, num célebre episódio da expulsão dos holandeses, fato que tem merecidas comemorações.
Ginecologia e Obstetrícia no I Congresso Médico de Pernambuco em 1909
30/04/2009- Mário V. Guimarães - Ginecologista e Obstetra, em Recife - Pernambuco.
A atual comunidade médica de Pernambuco, através de suas entidades SOBRAMES (Sociedade Brasileira de Médicos Escritores, Regional de PE), IPHM (Instituto Pernambucano de História da Medicina), AMPE (Associação Médica de Pernambuco) e Academia Pernambucana de Medicina, comemoraram neste final de abril o centenário do I Congresso Médico de Pernambuco, realizado em Recife, no período de 25 de abril a 02 de maio de 1909, sob a presidência de Barreto Sampaio, tendo como diretor da Comissão Executiva Joaquim Loureiro e Secretário-geral Otávio de Freitas, piauiense, que viria a se tornar um dos maiores vultos da nossa Medicina, por serviços pres-prestados ao nosso Estado e á nossa profissão (inclusive fundador da AMPE).
Um Domingo Fértil para as Mulheres
06/12/2009- Mário V. Guimarães - Ginecologista e Obstetra, em Recife - Pernambuco.
No domingo 01 de dezembro de 2008 p.p., a população feminina pernambucana e por extensão a brasileira tomou conhecimento de dois grandes avanços da medicina que muito lhes interessa, pois os alvos desses estudos são dois órgãos profundamente ligados aos seus corpos e mais ainda ás suas mentes, que são o útero e as mamas.
06/12/2009- Mário V. Guimarães - Ginecologista e Obstetra, em Recife - Pernambuco.
Todos nós, médicos, principalmente os mais antigos, somos sabedores que o poder público brasileiro, nos seus três níveis, é genética e tradicionalmente avesso a tudo que diz respeito à educação e saúde, pilares e esteios de uma nação que quer se dar ao apreço. É do conhecimento geral que esses dois itens sempre foram, e continuam sendo, os primeiramente lembrados quando um dos nossos governantes sente a necessidade de fazer cortes orçamentários e em tudo o mais que se relacione com ensino e assistência médica. Interferências estranhas estão nos rondando.
Os estudiosos brasileiros têm curiosamente acompanhado ultimamente, através do noticiário da imprensa, uma certa movimentação de alguns setores intelectuais e econômicos, acerca da importância do ano 2008 como celebração do segundo centenário da vinda de D. JoãoVI, Príncipe-Regente de Portugal, para o Brasil e que aqui chegou em janeiro de 1808, aportando em Salvador (Bahia) por acidentes de percurso, pois o seu destino era o Rio de Janeiro, para onde seguiu grande parte de sua frota, inclusive com o resto de sua família.
11/12/2008 - Cleomenes Barros Simões - Ginecologista e Obstetra, em Guarulhos - São Paulo.
Recentemente, fui convidado por uma TV local (Guarulhos-SP) para um debate sobre Parto Humanizado. Na ocasião, evoquei a vida pregressa obstétrica de D. Isabel Cristina, a Princesa Imperial do Brasil, primeira filha de D. Pedro II, casada em 15/10/1864 com o francês Dom Luis Felipe Gaston D’Orleans, o Conde d’Eu (Marechal do Exército Brasileiro), afirmando que: “Se naquela época fizéssemos parto cesariana, a Princesa Isabel não teria tido infortúnios por ocasião dos seus partos”.